That robot freak me out – 2

Deixando de lado o título excêntrico deste post, acredito que o assunto é realmente interessante e merece discussão. No momento ainda não tenho opinião formada sobre o assunto. Segue matéria do site da revista Carta Capital:

“Love robot, é uma das telas expostas na mostra Venus Robotica: sex-robot sur catalogue, em Paris. A boneca, obra de uma artista que assina June-1, é um dos quinze trabalhos de várias tendências artísticas cuja missão é inspirar designers a construir as robôs humanoides mais sedutoras do futuro. Thierry Ruby, o diretor do Cabinet des Curieux, onde Venus Robotica acontece até o fim de dezembro, lança: “O tema é atual”. Atualíssimo. Segundo o britânico David Levy, campeão internacional de xadrez, expert em inteligência artificial e autor do best seller Love + Sex With Robots (Harper Perennial, 2007, 334 págs., US$ 14,95), atualmente não é sequer possível imaginar os avanços que serão realizados nos próximos três anos nas (e nos) robôs humanoides. No seu best seller, Levy sustenta que até 2050 será normal alguém ter uma relação íntima com um robô. Mais: será comum uma pessoa se apaixonar por um(a) robô humanoide – e se casar com ele(a). E ter ciúmes da ou do robô humanoide. Os japoneses estão na vanguarda dessa nova onda de produção de robôs humanoides, os futuros membros de uma sociedade nipônica semelhantes ao mundo futurista criado por Ridley Scott no filme cult Blade Runner, o Caçador de Androides. Os motivos são dois. Primeiro: ao contrário dos inventores franceses de outrora, os nipônicos entenderam há dois séculos que, explica Levy, “os autômatos são mais atraentes se apresentados à guisa dos humanos”. Dito de outra forma, a interação com um robô fisicamente semelhante a um ser humano seria mais fácil do que aquela entre uma pessoa – e, digamos, um extraterrestre. E aqui vale acrescentar: no Japão, quando algo toma o aspecto de uma pessoa, esse objeto pode, potencialmente, passar a possuir um espírito, ou um tamashii. O segundo motivo pelo qual os japoneses estão na vanguarda da produção de robôs humanoides é demográfico. Num país com uma população que envelhece em alta velocidade, cientistas nipônicos de todas as áreas resolveram unir forças para substituir a mão de obra humana pela robótica. Além do apego à ciência, pode-se detectar uma ponta de protecionismo racial na decisão.”

Para acessar a página da revista: http://www.cartacapital.com.br/app/materia.jsp?a=2&a2=6&i=5423

Acho que é só!

 

See you next, space cowboy!

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